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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Sexo com pedreiro!

Chupei GOSTOSO o homem que veio instalar as redes nas ja elas do meu apartamento novo. Pois é, estou de mudancinha com meu noivo e estamos ajeitando as coisas antes de trazermos tudo pra cá. Muita correria, porque nos revezamos nos afazeres...
Ontem foi minha vez de esperar no apê enquanto a empresa que instalaria as redes de segurança comparecia... E compareceu, viu? Pontual, rápida...o rapaz veio sozinho, muito ágil e respeitador mas não resisti e atirei: sorte que ele não resistiu e eu pude chupar e ser chupada por um pau maravilhoso.
Não deu pra meter, ele não tinha camisinha e eu também não. Uma pena, adoraria inaugurar o chão da minha casa nova, de 4...

quinta-feira, 13 de março de 2014

Seduzindo o encanador do hotel - 1 dia de Carnaval

Não posso deixar de contar que em meio a nossa saída praticamente fugidos da Praia do Pinho, ainda fomos assediados por 3 vezes: um senhor que "amistosamente abordou" meu noivo na recepção do camping mas com óbvias segundas intenções e insistiu para que ficássemos, outro que bloqueou a entrada do camping com seu carro, apenas para ficar me encarando já vestida e tomando conta da nossa bagagem enquanto esperávamos pelo táxi e, por último, um single que estava no restaurante da entrada e por vários minutos nos encarou, até chegar com voz melosa no meu noivo e solttar um " estou indo embora, vocês querem uma caroninha?" com aquela voz sebosa de quem está louco para foder e se acha um sedutor.
Agora, que tipo de pessoa sente tesão em um casal de cara amarrada e visivelmente incomodado por estar ali...juro que nem quero saber. O que importa é que fomos muito bem recebidos pelo staff do flat e rapidamente nos alojamos, com equipamento de camping jogado na sacada, gostosa chuveirada quente (sem nenhum velho me encarando enquanto lavava minha buceta) e iria sair o jantarzinho das galáxias quando... O fogão não ligou!
Meu noivo tentou de tudo e não conseguiu, acabamos tendo que chamar a manutenção. Fomos atendidos por um gato, mas muito gato, alto, forte, braço tatuado, cabelos curtinhos e sorriso de anjo. Infelizmente, meninos, a vida não é um filme pornô e ele veio acompanhado por uma camareira, senhora de idade extremamente simpática. Enquanto o rapaz de desfazia em atenção para descobrir e resolver o problema, meu noivo se propôs a ajudar e os dois juntos descobriram que o cano do gás embutido estava desconectado. Seria necessária aquela ferramenta de encanador e ele teria que ir buscá-la. Até aí, eu conversava amistosamente sobre alimentação saudável com a senhora camareira, que falou para o rapaz:
"- fulano, eu não preciso voltar aqui com você, né? Posso ir cuidar do meu serviço?"
Os deuses do erotismo sorriram para nós e o rapaz, educadamente, comsentiu. Ambos saíram e cruzei olhares com meu noivo que já lia meus pensamentos: que mulher nunca fantasiou seduzir o encanador? Ainda mais um tão gato? Eu já havia yomado banho e vestia um vestido beeem curtinho de frente única, sem calcinha, mas meu noivo ainda estava sujo de areia e com a roupa da fuga. O plano saiu rápido, coloquei meu iphone sobre a estante e iniciamos uma conversa pelo Facetime. Quando o rapaz bateu novamente na porta, meu noivo se fechou no banheiro e abriu o chuveiro...
O rapaz educadamente entrou no apartamento e enquanto se debruçava sob a pia eu "distraídamente" fechei a porta e me aproximei por trás dele, jogando conversa fora sobre como iria ser bom poder cozinhar " em casa" e economizar um pouco, que era nossa primeira vez em balneárioe tudo parecia ser muito caro, que eu iria aproveitar aqueles minutinhos do reparo e já deixar a pia arrumadinha. Tudo isso sob o foco da câmera do celular. E assim, com o rapaz deitado no chão e com o braço apertando o que quer que fosse, muito respeitosamente respondendo minhas perguntas, fiquei em pé ao seu lado e arrebitei a bundinha para trás, com as pernas meio abertas para lhe oferecer a visão de sua vida.
Durante todo o tempo, eu olhava par frente e com o canto do olho, via se ele me olhava. E como olhava... Deu para ouvir o esforço do braço diminuindo sob a pia, ele se movendo mais devagar, fixando sua atençao sob a minha saia. Quando eu me apoiei com os braços na pia, sorri e perguntei:
- Meu noivo demora taaanto no banho, te atrapalho se já for arrumando as gavetas?
O menino sorriu um sorriso lindo e disse que não atrapalhava em nada, não. Safada, dobrei os joeljos ficando praticamente de quatro e com a bunda sobre a cara dele. Ficamos uns gostosos minutos nessa brincadeira até eu perceber que sem uma senha, tudo ficaria naquilo. Falei o que veio primeiro na cabeça, em ritmo de brincadeira:
- Ai, fica tudo pra mim nessa cozinha... Muito típico, homem no banho, homem na manutenção, mas pra me dar atenção, cadê né? Por isso tem tanta lésbica nesse mundo...
O rapaz riu muito sem jeito e eu olhei pra trás sorrindo e pedi:
- Mas você se quiser me dar uma mãozinha, eu não reclamo, viu?
Ele riu e não fez nada. Não teve jeito, eu toda molhada, com a buceta praticamente enfiada na cara dele, tive que ser direta:
- Ou passar uma mãozinha, também se quiser...
Finalmente o menino reagiu, perguntando um tímido "pode mesmo?" que respondi com "meu noivo está com areia até no ouvido, esse banho demoooora"
Senti aquela mão forte passar pela minha coxa, o contato da pele dele na minha, passeando desde o joelho e subindo devagar. Gemi baixinho, quase um miado demorado e ajoelhei no chão ao lado ele, ficando de quatro com a bundinha empinada e jogando o corpo pra trás com jeitinho. Nessa hora ele já nem lembrava da ferramenta e apertou minha bunda com as duas mãos, me puxando pra cara dele! Senti a língua me penetrar e remexer dentro de mim, para depois procurar meu clitóris.
Meninas, o rapaz não era só bom com as mãos, não: me chupo fundo e tive vontade de gritar, mas segurava e gemia baixinho porque precisava manter a ceninha de "mulher que trai o noivo". Nos reorganizamos no chão, ele saiu com a parte do corpo que estava sob a pia e eu fiquei de quatro sobre ele, sendo devorada e tentando firmar a vista para encontrar o que queria: o zíper da calça do garoto.
Ele chupou muito bem, lambeu tudo o que tinha direito e me deu vários arrepios ao enfiar a língua no cuzinho enquanto mexia os dedos dentro de mim. Adoro isso, mas daí é "adeus, beijo na boca" na sequência, porque né? Abria quela calça e o pau que saiu, se não era nada de descomunal, posso dizer que estava bem no padrão dos morenos que já provei de Santa Catarina: grossinho, grandinho, carinha de marrudo, sem ser circuncisado. Cheiroso, gostoso, uma delícia de lamber, bater na cara e punhetar enquanto lambia o saco. Era pouco peludo, na medida certa para colocar uma das bolas na minha boca e mexer nela com a língua pra lá e pra cá, enquanto trabalhava a punheta com uma mão - a outra eu me apoiava no chão, praticamente sentada na cara do rapaz. A brincadeira durou bem pouco porque o jorro de porra que saiu quando ele gozou, veio com pressão. Nessa hora até pareceu MESMO coisa de filme pornô, porque melecou tudo: meu cabelo, minha mão, roupa dele e um pouco no chão da cozinha.
Coincidência ou não (como soube depois), o barulho do chuveiro sumiu. Rapidinho, meu gato se recompôs e enfiando a mão atrás da pia, apertou o que faltava apertar e se levantou. Meu noivo saiu do banho, cabelo molhado e roupa trocada (na hora, não entendi) e testaram o fogão, que funcionou. O rapaz de despediu, saiu, meu noivo fechou a porta e revelou:
- A partir da hora que você abaixou, não deu pra ver mais nada na câmera!
Ele tinha tomado MESMO o banho!!! Com dó, mostrei a mão sujinha de porra pra ele, fiz cara de menina pidona e lambi o dedo falando
- Que pena...
Meu homem virou um monstro: me puxou, deu aquele beijo gostoso e forte que só homem com muita pegada sabe dar, me botou de quatro no mesmo chão, abriu minha bunda e perguntou " ele te comeu?", conferindo. Estava toda molhada, lambuzada, mas não havia gozado ainda.
- Não, guardei pra você.
Ele me comeu ali, de uma vez, segurando pela cintura e bombando com força, me puxando em direção a ele. Meus braços perderam o apoio e abaixei a cabeça, tocando o chão e encontrando com meus dedos um pouco da porra quase sêca do rapaz da manutenção, que espalhei enquanto finalmente gemia alto e gozava.
Depois nos sentamos naquele chão, rimos, deitei com a cabeça na sua coxa e ganhei cafuné enquanto conversávamos sobre a pequena loucura...será que rolaria de novo? Infelizmente, por experiência, já sabiamos que não: homem, nessas situações, sempre se borra de medo do marido/noivo "descobrir" e sai fora sem deixar rastro. Foi o que aconteceu neste caso, também.
Acabamos saindo para jantar fora, porque quem consegue cozinhar depois disso? E assim, o que aqueles velhos barrigudos da Praia do Pinho tanto quiseram... meu "encanador" teve de surpresa!

terça-feira, 11 de março de 2014

Primeiro dia de Carnaval: a triste Praia do Pinho

O camping na Praia do Pinho foi uma verdadeira decepção! Chegamos em Balneário as 7:00 da manhã e já fomos direto para a praia, onde meu noivo armou a barraca debaixo de uma chuva muito, muito incômoda.
Quando entramos no camping havia poucas pessoas acordadas, mas o lugar já estava lotado. Ficamos felizes porque pela nossa experiência anterior isso seria um sinal de boas companhias e gostosas brincadeiras, mas não poderíamos estar mais errados! Assim que nos despimos e saímos da barraca (no camping, a nudez é opcional, só sendo obrigatória na linha de areia da praia), vi que era a única mulher 100% nua por ali: todas estavam com alguma parte do corpo coberta, em cima ou em baixo. Pior que isso, eu parecia ser a única mulher com menos de 40 anos no lugar.
Longe de nós fazer disso um problema, mas infelizmente os homens demonstraram um comportamento péssimo. Parecia que eu estava nua em uma construção, juro de verdade. Em um lugar em que se proíbe constranger alguém com olhares ou gestos, se escolhesse denunciar à administração, esvaziaria o camping.
Quando a chuva passou, fomos passear peladinhos pela areia, de mãos dadas. A idéia era tirar algumas fotos, mas assim que nós distanciávamos do quiosque, dávamos de cara com algum solteiro escondido sob a grama alta, se masturbando.
Assim, claro que curtimos o exibicionismo e não quero bancar a puritana aqui. Caros rapazes, quando digo que homem é um bicho trouxa, falo muito sério: se o interesse do single ali era o voyeurismo ou mesmo algo a mais com um casal, o que ele ganha forçando uma situação? Era um momento romântico a dois, algo íntimo, sem nenhuma conotação erótica. Nos incomodou tanto que cancelamos as fotos, saímos da areia e nos refugiamos no quiosque do camping.
Para quem nunca foi, o atendimento do staff do camping é algo difícil de se encontrar em muitos hotéis 4 estrelas por aí: mesmo estando na nossa faixa etária, os atendentes simplesmente desviam o olhar da mulher e de uma maneira muito respeitosa se dirigem ao homem.
Pena que eles não dão aulas de bom comportamento aos hóspedes... Ali mesmo no quiosque começou o incômodo, com um senhor com a idade do meu pai encarando insistentemente minha bunda, ao ponto de ocupar a mesa atrás de nós e ficar encarando, mesmo. Quando meu noivo olhou para ele com aquela cara de "amigo, o que você está fazendo?", o tiozinho sorria para puxar papo. Sabe quando alguém força demais uma situação? Pois é.
Chegou a hora do almoço e fomos dar uma volta pelo camping, conhecer os "vizinhos" e fazer amizades... Mas nos deparamos com um verdadeiro mapa do inferno, nem sei como definir: todos, todos os homens eram muito, muito mais vrlhos que eu. E portavam todos aquela pança de grávido ao estilo "nunca me cuidei mesmo e milha mulher que se foda".
Sabe macho que se acha? Estilo casal sem-noção que critiquei em outro post? Pois é, cheio de gente assim. E como nos encaravam! Não deram um bom dia, boa tarde ou boa noite sequer. Não vi os nada da parceri e do clima desencanado que sempre encontramos por ali. E no lugar, mulheres de peito caído desfilando em calcinhas velhas e esgarçadas pelo camping.
Parecia mais um campo de refugiados e a gota d'água final foi ligarem uma tv para assistir a Globo na barraca atrás da nossa: porque vamos combinar que TUDO o que você busca quando vai para um lugar como esse é ruído de televisão, não é mesmo?
Mas o 3g milagrosamente deu sinal de vida e consegui encontrar um flat vago no centro de Balneário Camboriú, a 1 quadra da praia central, com direito a sauna, piscina e café da manhã, pelo dobro do preço que pagaríamos pelo camping: com aquele ambiente como estava, chamamos um taxi e partimos na hora! Quando saíamos, daí sim vieram os papinhos " mas já chegarm e já vão" ... Estranho, na hora de se oferecer para montar ou desmontar a barraca, ninguém se pronunciou... Agora, quando veem a oportunidade do "lanchinho" se esvair por entre os dedos, daí são só sorrisos.
Sinceramente, ofendeu tanto que estamos colocando barraca e colchão elétrico a venda (se alguém se interessar...) porque vai demorar MUITO pra criarmos vontade de viltar ali.
E na mesma noite, no Flat, as coisas esquentaram e a viagem finalmente começou ...

domingo, 26 de janeiro de 2014

O primeiro corno manso...

... a gente nunca esquece! Acho que toda mulher tem pelo menos um corno manso em sua vida, mas a maioria não sabe aproveitar.
Eu tive vários, não sei se me atraio pelo perfil de forma inconsciente, mas quase todos meus namorados foram mansinhos. Não me vejo como  uma mulher infiel, me vejo como livre. Já tive meus problemas de consciência em ser assim, mas a culpa não é minha - é da Sociedade em que vivemos.
De qualquer modo, meu primeiro corninho mansinho foi meu primeiro namoradinho sério. Eu era bem novinha e estava descobrindo o mundo, foi ele quem tirou minha virgindade e meio sem querer me ensinou a ser uma putinha, mesmo.

Claro que a gente nem sabia direito o que era isso, na época. Ele era marrudo, ciumento, todo machão com fama de comedor e talvez tenha sido isso o que me levou a traí-lo tantas e tantas vezes.

Era gostoso humilhar o machão. Me excitava demais, lutei muito contra isso mas enfim, né?

O primeiro sinal da mansitude do menino foi em um baile a fantasia. Nosso colégio, particular, organizava algumas festas temáticas em um clube da cidade: summer nights, anos 60, a fantasia. Todos muito concorridos! Era nesses "bailes" que as pessoas se soltavam e se pegavam. Sabe a menina que você olhava de longe no intervalo entre as aulas mas nunca chegava junto? Era nessas festas que as coisas aconteciam.

O namorado estava pronto, nossos amigos que iam juntos estavam prontos e eu, sem fantasia. Era minha primeira festa e estava com medo, mesmo, de ir. Passei o mês todo sem dizer a ninguém, mas não conseguia escolher uma fantasia que me visse boa. Tinha vergonha de ele achar outras meninas mais bonitas ou sexys e vergonha de uma roupinha mais sexy, do que poderiam falar de mim depois. Eles me esperavam na sala de casa quando não sei o que me deu, peguei um vestido tubinho preto curtinho, daqueles que marcava o corpo e para agradá-lo, não usei calcinha.

Quando me viram, todos estranharam a fantasia. Disse que ia de "mulher fatal" e pronto. O ainda-não-corno não gostou, mas ficou quieto. Quando entramos na festa, depois do famoso esquenta na padaria em frente ao clube, eu já estava alta e o namorado, mais ainda. Encontramos alguns amigos dele no colégio, dançamos, bebemos mais ainda, tudo como manda o figurino da adolescência.
Nunca passaram tanto a mão em mim como naquela noite. Nem nas minhas visitas em casas de Swing agora como adulta, nunca mesmo. Na primeira, olhei para trás com cara de brava, mas não vi quem foi. O namorado? bêbado, nem notou. E ainda o peguei olhando para a bunda de outras meninas.

Como as passadas de mão continuaram, resolvi deixar, afinal se ele cobiçava a bunda alheia, que outros valorizassem a minha. E nos trenzinhos pela pista, as passadas de mão na minha bunda se tornaram atoladas, mesmo, por baixo do vestido (que era curtinho) e alcançando minha buceta.

Eu estava melada, mas não de propósito. Com a festa tão cheia, ninguém percebia. Vi que era o mesmo grupo de meninos que me seguia e que dois deles eram inclusive bem conhecidos do meu namorado, que chamava de "amigos".Um dos garotos do grupo chamou meu namorado para irem "comprar cerveja". Falei que não ia junto porque estava cansada, para ele trazer uma pra mim. Foram os dois, fiquei lá sozinha com os outros dois "amigos".

A fila para o bar era grande, eles precisariam primeiro comprar os tícketes para a bebida e depois pegar outra fila para retirá-la. Mal sumiram de vista e um dos meninos me puxou pelo braço e beijou minha boca sem falar nada, com as duas mãos na minha bunda, me apertando contra seu corpo. 
Senti o pau muito, muito duro. E senti também uma terceira mão por baixo do meu vestido, bolinando minha buceta molhada.
Deixei rolar. Os meninos me revezaram, um beijava minha boca, passava a mao nos meus seios, enquanto o outro enfiava a mão sob o vestido e me masturbava. Depois, trocavam de posição e eu beijava o que havia me dedado, oferecendo a bunda para ser encoxada pelo primeiro que aproveitava para me dedar novamente.


Um outro menino, desconhecido, passou, viu,gostou e entrou na farra também. Foram três bocas que passearam pela minha, três linguas me excitando, três pares de mão passeando pelo meu corpo até um deles ver meu namorado voltar, devagar, com as cervejas na mão.

Me recompus como pude e o recebi com um beijo bem molhado da saliva dos seus amigos. 

Depois dessa noite, passei a me dividir entre o namoro sério e as fugidas com os dois amigos, que fizeram questão de cada vez mais se aproximar do meu namorado. Não foram poucos os cinemas e baladas que pegamos juntos os 4 e sempre dávamos um jeito de eles me beijarem ou bolinarem sem que meu namorado visse.

Até hoje não me conformo como ele nunca percebeu. Homem é um bicho muito otário, mesmo! Ou, vai ver, ele não me amava de verdade.

Cansei de chegar atrasada no colégio (estudávamos a noite) para bater punheta para os dois  sob as árvores da praça da cidade, que era bem pertinho. Eles só gostavam de me pegar os dois juntos e isso me deixava maluca!

Foi difícil manter em segredo. As pessoas iam percebendo, outros caras iam chegando e eu ficava com eles também. Quando vi, já trepava regularmente com nosso professor e achei melhor terminar com aquilo.

O Corno se acabou em lágrimas na frente do colégio todo. Se humilhou, dizia que me amava, grudou no meu pé de um jeito ridículo. Nem parecia mais o machão comedor de antes... e eu ficava com todos os meninos que me queriam, mesmo.

Peguei todos os amigos dele. Nunca fui atrás de nenhum, eles que me procuravam. Cheguei a transar com todos do nosso círculo de amizade, no decorrer dos 3 anos do Ensino Médio. E ele sabia. E eu gostava que ele soubesse.

A pérola foi no ano seguinte, quando meus pais viajaram durante um fim de semana e dei uma festa em casa. Quando acabou, todos muito bêbados de vinho, o corno pediu pra dormir lá. Ele ainda não sabia dos seus dois amigos, que também pediram pra ficar.


Coloquei o corno para dormir no sofá da sala e levei os dois para o meu quarto, que dava para a sala. Foi nossa primeira vez e meu primeiro ménage a trois. Deixei a porta do quarto aberta e gemi, gritei, fodi balançando a cama para fazer barulho, mesmo. Foi coisa de filme pornô, os dois machinhos gozando na minha cara, nos meus seios...e depois, nua, toda gozada, sem nem esperar secar, peguei um travesseiro e levei para o corno no sofá.

Ele havia chorado tanto que parecia que tinha molhado a cabeça num balde. Mas estava de cueca e seu pau, duro, duro, duro. Tinha uma mancha de molhado que daria pra ver de longe, ou ele havia batido a punheta da sua vida ou mijado na calça. Nunca perguntei.

Mas ele perguntou por que eu fazia aquilo com ele. Dei um selinho com gosto de porra em sua boca e uma apertadinha no seu pau por cima da cueca. Parecia feito de cimento.
- Porque você gosta, respondi.

Meus dois amigos vieram para a sala me buscar. Pelados, Paus em riste, me enlaçaram pela cintura levando de volta para o quarto. 
Fui rebolando devagar e virei o rosto para me despedir dele, que já estava prestes a chorar novamente.
- Tchau, sorri meu melhor sorriso. 
E fechei a porta.

Me arrependo muito disso.


Hoje em dia, teria trepado com os dois ali no chão da sala, na frente do corno.